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Como Configurar um Captive Portal no Starlink: Um Guia para Locais Remotos e Marítimos
Este guia detalha como contornar o hardware nativo do Starlink e integrar um captive portal gerenciado na nuvem usando equipamentos de roteamento corporativos. Você aprenderá como superar a limitação do CGNAT, impor a segmentação de VLAN, gerenciar restrições de largura de banda de satélite e garantir a conformidade regulatória.
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Parte da nossa série principal: Guia de Captive Portal →
- Resumo Executivo
- Detalhamento Técnico
- A Restrição do CGNAT
- Arquitetura de Túnel Reverso
- Limitações de Largura de Banda e Controle de Tráfego
- Guia de Implementação
- Etapa 1: Ativar o Modo Bypass
- Etapa 2: Configurar a Segmentação de VLAN
- Etapa 3: Implantar o Captive Portal em Nuvem
- Passo 4: Teste o Fluxo do Usuário
- Melhores Práticas
- Solução de Problemas e Mitigação de Riscos
- Retorno sobre o Investimento (ROI) e Impacto nos Negócios
Starlink maritime and remote captive portal sizer
Model satellite WAN backhaul, calculate per-user bandwidth QoS, prevent metered data quota depletion, and generate bypass mode gateway configurations for Peplink, Cisco Meraki, and Fortinet.
Charter yacht or passenger vessel requiring high-speed dual-dish bonding, maritime bypass mode, crew vs guest VLAN isolation, and PMS folio billing integration.
Satellite data allowance audit
- Monthly Priority pool: 2,000 GB across 2 terminals
- Projected monthly consumption: 1,500 GB (50 GB/day over 30 operating days, about 645 MB per guest per day).
- Estimated overage exposure: Within the Priority pool (no overage)
- What the portal avoids: $5,600/month - the gap between unshaped demand (3.2x this projection) and the 0 GB still billable after a 3.5 Mbps cap and a per-device daily allowance.
- Overage is priced at an assumed $2.00/GB. Starlink rates differ by plan family and region - replace it with your own contract rate before quoting these figures.
QoS bandwidth allocation
Starlink terminal bypass and gateway architecture
Starlink standard user terminals (Gen 2 Actuated, Gen 3 Standard, and Flat High Performance) include a consumer WiFi router that does not support Layer 2 VLAN tagging, RADIUS authentication, or external captive portal redirection. To deploy Purple:
- Enable Starlink bypass mode: In the Starlink mobile app under Settings > Advanced, toggle Bypass Mode. This disables the built-in router, shutting down native WiFi and NAT to deliver raw Layer 2 bridging to the Ethernet port.
- Ethernet adapter connection: Connect the Starlink Ethernet Adapter (Gen 2) or direct RJ45 WAN port (Gen 3 / Flat High Performance) into the WAN port of your enterprise gateway (Peplink Balance 310X).
- Handle Carrier-Grade NAT (CGNAT): Starlink assigns WAN IPs in the
100.64.0.0/10shared space. Because Purple is cloud-hosted, splash interception occurs locally on your gateway and forwards outbound authentication requests over HTTPS/RADIUS, requiring zero inbound port forwards. - VLAN segmentation: Configure
VLAN 10for vessel operations/corporate POS andVLAN 20(/24 (254 IPs)) for guest WiFi. Apply client isolation so passengers cannot scan fellow guest devices.
Tiered access and monetisation models
- Free basic tier: throttled to 3.5 Mbps down / 1 Mbps up with a 645 MB daily allowance - the same figure the quota projection uses - suitable for email, messaging and basic web access.
- VIP / premium voucher tier: High-priority 10 Mbps Down / 3 Mbps Up with unlimited browsing, billable via Stripe credit card or PMS room folio charge.
- Crew and staff profiles: Dedicated SSID tagged to VLAN 30 with 24/7 unmetered access and DSCP prioritisation for operational communications (VoIP, WhatsApp Calling).
Walled garden and CNA behaviour
- Apple and Android CNA probes: leave
captive.apple.com,connectivitycheck.gstatic.comandmsftconnecttest.comOUT of the walled garden. The gateway intercepting those probes is what tells the device the network is captive and opens the splash. Allow them and the probe succeeds, the device concludes it already has internet, and the guest never sees a login page - the most common cause of a satellite portal that appears not to work. - Purple cloud endpoints: allow
portal.purplewifi.netand*.purple.aion ports 80 and 443, and the OAuth domains if social sign-in is enabled. - Legal terms and data privacy: Collect GDPR / CCPA compliant guest marketing consent, providing visitor footfall analytics even in remote offshore locations.
# ========================================================= # Peplink Balance / MAX HD4 multi-WAN and captive portal setup # Starlink Bypass WAN + Purple Cloud Splash Integration # ========================================================= # 1. Starlink WAN configuration (Bypass Mode into WAN 1 & WAN 2) # Protocol: DHCP Client (Starlink CGNAT 100.64.0.0/10) # MTU: 1500 (MSS Clamping: 1460) # Health Check: DNS Lookup to 1.1.1.1 & 8.8.8.8 (Interval: 5s, Timeout: 2s) # 2. Outbound Policy - Bandwidth & Least-Cost Steering Rule 10: Destination = Mission_Critical_Ops -> Enforce Starlink_WAN1 (Priority 1) Rule 20: Destination = Guest_VLAN_20 -> Weighted Balance (Starlink_WAN1: 50, Starlink_WAN2: 50) Rule 30: When In-Port / Near Shore (Cellular Available) -> Spillover Guest_VLAN_20 to LTE_WAN3 # 3. Captive portal and Purple splash settings # VLAN 20 guest scope: 10.20.0.0/24 (/24 (254 IPs)) # Gateway 10.20.0.1, DHCP pool 10.20.0.10 - 10.20.0.250 Captive Portal: Enabled Mode: External Web Portal Portal URL: https://portal.purplewifi.net/splash Authentication: RADIUS Server (Purple Cloud AAA) Primary RADIUS: radius1.purplewifi.net (Port 1812 Auth, Port 1813 Acct) Secondary RADIUS: radius2.purplewifi.net (Port 1812 Auth, Port 1813 Acct) RADIUS Secret: [YOUR_PURPLE_RADIUS_SECRET] Shared Secret Encryption: Enabled (RFC 2865 / RFC 2866) # 4. Walled garden: pre-auth allowed hosts # Portal hosts only, plus the OAuth domains if social sign-in is enabled. # Never allow the OS connectivity probes (captive.apple.com, # connectivitycheck.gstatic.com, msftconnecttest.com). The gateway must keep # intercepting them: that redirect is what tells the phone the network is # captive and opens the splash. Allowed through, the probe succeeds over # satellite, the device decides it is online and no portal ever appears. Allowed Domains: - *.purplewifi.net - *.purple.ai - accounts.google.com - appleid.apple.com # 5. Bandwidth QoS & Rate Limiting Per Guest Client Downlink Limit: 3.5 Mbps Uplink Limit: 1 Mbps Session Duration Limit: 1440 mins (24 hours) Max Daily Data Allowance: 645 MB per device # That figure is the per-guest daily volume this sizing assumes at a # 3.5 Mbps cap. Setting it lower than the model assumes # re-queues guests for voucher re-auth via the Purple API; setting it higher # invalidates the quota projection on the Bandwidth & quota tab.

Resumo Executivo
A Starlink oferece conectividade de até 220 Mbps em locais onde a fibra não chega, mudando completamente o cenário de redes para locais remotos e marítimos. No entanto, para ambientes voltados ao público, a conectividade por si só não basta. Ao implantar a Starlink para convidados, passageiros ou tripulação, você precisa implementar autenticação, controle de acesso, consentimento em conformidade com o GDPR e gerenciamento de largura de banda. O roteador nativo da Starlink não oferece nenhum desses recursos.
Este guia explica em detalhes como ignorar o hardware nativo da Starlink e integrar um Captive Portal gerenciado na nuvem usando equipamentos de roteamento corporativos. Você aprenderá como superar as limitações do Carrier Grade NAT (CGNAT), implementar segmentação de VLAN, gerenciar as restrições de largura de banda do satélite e garantir a conformidade regulatória.
Ao implementar esta arquitetura, os operadores de locais transformam um link de internet não gerenciado em uma rede segura e segmentada que captura dados primários e protege a infraestrutura de negócios principal.
Detalhamento Técnico
A Restrição do CGNAT
O principal obstáculo técnico ao implantar um Captive Portal na Starlink é o Carrier Grade NAT (CGNAT). A antena padrão da Starlink conecta-se a um roteador proprietário que lida com DHCP e NAT. Por padrão, o endereço IP WAN atribuído ao seu equipamento fica dentro da faixa 100.64.0.0/10. Como este não é um endereço IP público, seu roteador não pode receber conexões de entrada da internet.
As arquiteturas padrão de Captive Portal geralmente pressupõem que o portal na nuvem pode se conectar de volta à sua rede para autenticar usuários ou atualizar listas de controle de acesso. Com o CGNAT, as conexões de entrada falham.
Para resolver isso, você deve configurar a antena da Starlink em Modo Bypass (geralmente chamado de modo bridge). No Modo Bypass, as funções do roteador Starlink são desativadas e a antena envia o endereço CGNAT diretamente para a porta WAN do seu roteador corporativo. Seu roteador corporativo assume então o controle total da camada de roteamento.

Arquitetura de Túnel Reverso
Mesmo com o roteador corporativo lidando com o tráfego, a restrição de entrada do CGNAT permanece. A solução é uma arquitetura de túnel reverso. Seu roteador estabelece uma conexão de saída com o portal na nuvem e a mantém continuamente. Todo o tráfego de autenticação flui através deste túnel estabelecido. A infraestrutura de nuvem nunca precisa iniciar uma conexão de entrada. A arquitetura de sobreposição em nuvem da Purple gerencia isso nativamente. Você não precisa configurar túneis VPN manuais. Se a sua implantação exigir um IP estático para servidores RADIUS legados locais ou lista de permissões de IP rigorosa, os planos Starlink Business e Maritime oferecem um IP estático como um recurso adicional pago.
Limitações de Largura de Banda e Controle de Tráfego
A largura de banda de satélite é um recurso compartilhado e finito. Um único usuário transmitindo vídeo em 4K pode consumir continuamente 25 Mbps. Em uma embarcação com 50 passageiros compartilhando uma conexão Starlink de 220 Mbps, um único usuário poderia consumir 11% da capacidade total.
Você deve resolver isso no nível do Captive Portal e do roteador por meio de um controle de tráfego agressivo:
- Limites por dispositivo: Restrinja dispositivos de convidados individuais a 5 Mbps de download e 2 Mbps de upload.
- Políticas de uso justo: Imponha limites de dados diários (por exemplo, 2GB a cada 24 horas).
- Controle de aplicativos: Priorize a navegação na web e protocolos de mensagens em detrimento de streaming de vídeo e compartilhamento de arquivos peer-to-peer.
- Acesso em camadas: Ofereça uma camada gratuita para conectividade básica e uma camada premium paga para streaming, transformando a infraestrutura de WiFi de um centro de custo em uma fonte de receita.

Tem dúvidas sobre a sua configuração específica?
A nossa equipa trabalha com operadores de espaços, gestores de TI e engenheiros de rede em 80.000 locais. Agende uma chamada de 20 minutos e mostraremos como outros profissionais na sua situação o resolveram.
Guia de Implementação
Siga estas etapas para implantar um Captive Portal seguro na Starlink usando hardware corporativo.
Etapa 1: Ativar o Modo Bypass
- Instale o hardware Starlink e verifique a conectividade usando o roteador original.
- Abra o aplicativo móvel Starlink e navegue até Configurações.
- Selecione e confirme Ignorar roteador WiFi Starlink (Bypass).
- Conecte o Adaptador Ethernet Starlink à porta WAN do seu roteador corporativo (Cisco Meraki, HPE Aruba, Ruckus, Juniper Mist, Ubiquiti UniFi, Cambium, Extreme ou Fortinet).
Nota: Se a antena Starlink passar por uma redefinição de fábrica, o Modo Bypass é desativado automaticamente. Documente isso no manual de operações do seu site e configure um alerta de monitoramento na interface WAN do seu roteador.
Etapa 2: Configurar a Segmentação de VLAN
Você deve isolar o tráfego de convidados dos seus sistemas de negócios principais. Configure pelo menos três VLANs no seu switch principal e pontos de acesso:
- VLAN 10 (Equipe): Transporta sistemas de PDV, aplicativos de back-office e tráfego de gerenciamento.
- VLAN 20 (Convidado): Segmento apenas de internet que redireciona para o Captive Portal.
- VLAN 30 (IoT): Rede isolada para câmeras, termostatos inteligentes e sistemas de gerenciamento predial.
Configure regras de firewall para bloquear todo o roteamento inter-VLAN. Um dispositivo de convidado na VLAN 20 nunca deve ser capaz de pingar um terminal de PDV na VLAN 10. Essa segmentação é um requisito rigoroso para a conformidade com o PCI-DSS.
Etapa 3: Implantar o Captive Portal em Nuvem
- Configure seus pontos de acesso para transmitir o SSID de Convidados na VLAN 20.
- Defina o método de autenticação para RADIUS externo ou use a integração de API do fabricante.3. Aponte o servidor de autenticação para a infraestrutura de nuvem do Purple.
- Configure o walled garden (lista de permissões) para permitir o tráfego para os domínios do Purple antes que a autenticação seja concluída.
- Crie o design da splash page no portal Purple, garantindo que a identidade visual esteja alinhada com o seu local e que os termos de serviço sejam exibidos claramente.
Passo 4: Teste o Fluxo do Usuário
Teste o fluxo de autenticação em dispositivos iOS e Android. O Captive Network Assistant (CNA) da Apple e o teste de rede do Android se comportam de maneira diferente. Verifique se a splash page carrega em menos de 10 segundos e se o dispositivo obtém acesso à internet imediatamente após a autenticação.
Melhores Práticas
- Interceptação HTTPS: Certifique-se de que seu roteador gerencie a interceptação HTTPS corretamente. Os dispositivos modernos usam HTTPS por padrão. Se o roteador não puder redirecionar as solicitações HTTPS de forma limpa, os visitantes encontrarão erros de certificado antes de chegar ao portal.
- Keepalive de Sessão: A constelação de Órbita Terrestre Baixa (LEO) da Starlink oferece latências de 20 a 40 milissegundos, mas ocorrem picos breves durante as transferências de satélite. Defina o intervalo de keepalive de sessão do seu Captive Portal para 60 segundos ou menos para evitar desconexões prematuras.
- Cache Offline: Configure seu roteador para armazenar sessões ativas localmente em cache. Se a conexão da Starlink cair temporariamente, os visitantes que já estão autenticados permanecerão online quando a conectividade for restaurada, em vez de serem forçados a fazer login novamente.
Solução de Problemas e Mitigação de Riscos
| Modo de Falha | Causa Raiz | Mitigação |
|---|---|---|
| Falha ao carregar o Captive Portal | Configuração incorreta do walled garden | Verifique se todos os domínios Purple exigidos e endpoints de CDN estão adicionados à lista de permissões de pré-autenticação no roteador. |
| Erros de NAT duplo | O Modo Bypass está desativado | Verifique o aplicativo Starlink para confirmar se o Modo Bypass está ativo. Flutuações de energia ou reinicializações manuais podem ter revertido a antena para as configurações padrão. |
| Velocidades lentas para visitantes | Banda larga sem restrições | Aplique limites de largura de banda por dispositivo (por exemplo, 5 Mbps) e bloqueie aplicativos de alta largura de banda, como BitTorrent, no firewall. |
| Falha na auditoria de segurança | O roteamento inter-VLAN está ativado | Audite as regras de firewall para garantir que o tráfego da VLAN de Visitantes não possa ser roteado para a VLAN de Funcionários ou de Gerenciamento. |
Retorno sobre o Investimento (ROI) e Impacto nos Negócios
A implantação de um Captive Portal gerenciado na Starlink transforma uma conexão de internet bruta em um ativo de negócios mensurável.
Para um navio de cruzeiro de 120 cabines operando o Starlink Maritime a 220 Mbps, o acesso bruto gera zero retorno comercial. Ao implantar pontos de acesso Cisco Meraki e o Captive Portal do Purple, o operador pode aplicar um limite diário de 2 GB para passageiros padrão enquanto faz o upsell de um plano premium de 10 GB. A receita de WiFi resultante cobre o custo mensal de assinatura da Starlink de mais de US$ 250. Além disso, o portal captura dados de e-mail de primeira parte em total conformidade, expandindo a lista de marketing direto do operador para viagens futuras. Em um ambiente de hotel remoto, a implantação de um portal com políticas rígidas de largura de banda reduz as reclamações dos hóspedes sobre WiFi lento em até 60%, pois os usuários que consomem muitos dados são impedidos de monopolizar o link de satélite.
Definições principais
Bypass Mode
Uma configuração que desativa as funções DHCP e NAT do roteador nativo do Starlink, repassando o IP da WAN diretamente para um roteador corporativo de terceiros.
Necessário ao integrar equipamentos de rede corporativos com uma antena Starlink para evitar NAT duplo e conflitos de roteamento.
CGNAT (Carrier Grade NAT)
Um método usado por ISPs para compartilhar um único endereço IP público entre vários clientes. O roteador do cliente recebe um endereço IP privado (geralmente 100.64.0.0/10).
O Starlink usa CGNAT por padrão, o que impede conexões de entrada da internet e requer arquiteturas de túnel reverso para gerenciamento na nuvem.
VLAN (Virtual Local Area Network)
Uma sub-rede lógica que agrupa uma coleção de dispositivos de diferentes redes locais físicas.
Usado para isolar o tráfego de WiFi de visitantes das redes de funcionários e de IoT, garantindo segurança e conformidade.
Captive Portal
Uma página web que o usuário de uma rede de acesso público é obrigado a visualizar e interagir antes que o acesso seja liberado.
Usado para impor termos de serviço, coletar dados de marketing e autenticar usuários em redes de WiFi de visitantes.
Walled Garden
Um ambiente limitado que controla o acesso do usuário a conteúdos e serviços da web antes que ele esteja totalmente autenticado.
Necessário para permitir que os dispositivos dos visitantes acessem o captive portal na nuvem e os servidores de autenticação antes de receberem acesso total à internet.
RADIUS
Um protocolo de rede que fornece gerenciamento centralizado de Autenticação, Autorização e Contabilização para usuários que se conectam e usam um serviço de rede.
O protocolo subjacente usado por pontos de acesso corporativos para se comunicar com o captive portal na nuvem para verificar as credenciais do usuário.
Traffic Shaping
A manipulação e priorização do tráfego de rede para reduzir o impacto de usuários intensivos ou de aplicativos sensíveis à latência.
Essencial em redes Starlink para priorizar a navegação na web em detrimento de atividades de alta largura de banda, como streaming de vídeo.
Dados Primários (First-Party Data)
Informações que uma empresa coleta diretamente de seus clientes e possui.
Capturado por meio do processo de login do Captive Portal (ex.: endereços de e-mail) e utilizado para campanhas de marketing direto e fidelização.
Exemplos práticos
Um navio de cruzeiro de 120 cabines que opera o Starlink Marítimo a 220 Mbps precisa fornecer WiFi para passageiros sem degradar as operações do navio. Eles exigem um mecanismo para monetizar a conexão e coletar dados de marketing.
O operador implanta pontos de acesso Cisco Meraki em toda a embarcação com três VLANs estritas: tripulação, passageiros e sistemas do navio. O captive portal da Purple gerencia a autenticação dos passageiros por e-mail ou por meio de uma consulta ao número da cabine integrada ao PMS. Cada passageiro recebe uma franquia diária de 2GB. Passageiros da categoria premium podem adquirir uma franquia de 10GB. O portal coleta dados de e-mail primários para marketing pós-viagem.
Um hotel remoto nas montanhas, sem infraestrutura de fibra, opera o Starlink Business a 150 Mbps. Os hóspedes reclamam frequentemente de velocidades lentas durante a noite, e o hotel não tem visibilidade sobre quem está usando a rede.
O hotel implanta pontos de acesso HPE Aruba no edifício principal e nos anexos. Eles configuram a antena Starlink no Bypass Mode e a conectam a um gateway Aruba. Os hóspedes se autenticam por e-mail no portal da Purple. O hotel impõe um limite estrito de largura de banda de 5 Mbps por dispositivo e usa as ferramentas de análise da Purple para monitorar os horários de pico de uso.
Questões práticas
Q1. Um acampamento de mineração remoto implantou o Starlink Business. Eles conectaram um firewall Cisco Meraki MX ao roteador Starlink. Os visitantes conseguem se conectar ao WiFi, mas a página do Captive Portal apresenta tempo limite esgotado e não carrega. Qual é a causa mais provável?
Dica: Considere como o hardware do Starlink lida com o roteamento por padrão e o que o firewall Meraki exige para gerenciar o tráfego de maneira eficaz.
Ver resposta modelo
A antena Starlink não foi configurada em Bypass Mode. Como resultado, a rede está sofrendo com duplo NAT (o roteador Starlink e o firewall Meraki estão tentando realizar a Tradução de Endereço de Rede simultaneamente). O administrador deve usar o aplicativo Starlink para ativar o Bypass Mode, permitindo que o firewall Meraki receba o IP do CGNAT diretamente e gerencie o roteamento e a interceptação do Captive Portal.
Q2. Você está implantando um Captive Portal para um hotel que utiliza Starlink. Você configurou o Bypass Mode e a segmentação de VLAN. Durante os testes, você nota que os dispositivos Apple solicitam o login do usuário imediatamente, mas alguns dispositivos Android exibem um erro de certificado quando o usuário tenta navegar em um site seguro antes de se autenticar. Como resolver isso?
Dica: Pense em como os navegadores modernos lidam com as solicitações de conexão iniciais e o que o roteador precisa fazer para interceptá-las de forma limpa.
Ver resposta modelo
O roteador corporativo não está configurado para lidar com a interceptação de HTTPS corretamente para o redirecionamento do Captive Portal. Os navegadores modernos usam HTTPS por padrão. Quando o usuário tenta acessar um site HTTPS antes de se autenticar, o roteador intercepta o tráfego e apresenta seu próprio certificado, que o navegador rejeita como inválido. Você deve garantir que as configurações do Captive Portal do roteador estejam definidas para usar um certificado SSL válido para o redirecionamento, ou depender de testes de rede no nível do sistema operacional (como o CNA da Apple), que utilizam endpoints HTTP para acionar o portal automaticamente.
Q3. Uma operadora marítima reclama que sua conexão Starlink Maritime (220 Mbps) fica inutilizável todas as noites. Atualmente, eles oferecem uma rede de visitantes aberta e sem senha. Quais são as três configurações específicas que você deve implementar no roteador corporativo e no Captive Portal para resolver isso?
Dica: Foque no controle de quanto tráfego de dados os usuários individuais podem consumir e na priorização de tipos de tráfego críticos.
Ver resposta modelo
- Implementar um Captive Portal que exija autenticação para rastrear e gerenciar usuários individuais. 2. Aplicar limites de largura de banda por dispositivo (ex.: 5 Mbps de download / 2 Mbps de upload) para evitar que um único usuário monopolize a conexão. 3. Aplicar regras de modelagem de tráfego (traffic shaping) no firewall para priorizar a navegação na web e protocolos de mensagens, limitando ou bloqueando aplicativos de alto consumo de banda, como streaming de vídeo e compartilhamento de arquivos P2P.
Perguntas frequentes
Why does Starlink require an external gateway router in bypass mode for enterprise captive portals?
Starlink user terminals (Standard Gen 2, Gen 3, and Flat High Performance Maritime) include a basic residential-grade router without support for external splash page redirection, 802.1Q VLAN tagging, RADIUS AAA (RFC 2865/2866), or walled garden domain whitelisting. Enabling Starlink Bypass Mode disables native NAT and WiFi routing, bridging the Layer 2 WAN handoff directly into an enterprise security gateway - such as Peplink Balance, Cisco Meraki MX, or Fortinet FortiGate - which handles captive portal interception, traffic shaping, and guest isolation.
How does Starlink Carrier-Grade NAT (CGNAT) affect external captive portal redirection?
Standard Starlink satellite plans assign WAN IP addresses from the private CGNAT pool (100.64.0.0/10), which prevents hosting local inbound HTTP/HTTPS listening services without dynamic DNS or port forwarding. Purple operates as a cloud-hosted captive portal, meaning guests resolve the splash page via external HTTPS requests initiated outbound from the gateway. Because client authorization occurs over outbound RADIUS or cloud API webhooks, CGNAT does not impact portal redirection or authentication flows.
How do you prevent guest WiFi users from exhausting Starlink Maritime or Priority satellite data quotas?
Starlink Maritime and Priority plans feature metered priority data pools (such as 50 GB to 5 TB per month), with steep per-gigabyte overage charges or throughput throttling upon exhaustion. To protect satellite quotas, enterprise gateways running Purple enforce strict per-user bandwidth caps (e.g., 3 Mbps downlink / 1 Mbps uplink), session data allowances (e.g., 500 MB per day), Layer 7 application filtering blocking 4K video streaming and torrents, and separate QoS priority queues that reserve 40% of satellite backhaul for mission-critical vessel navigation and staff operations.
Can a captive portal on Starlink integrate with maritime Property Management Systems (PMS)?
Yes. Purple integrates directly with hospitality and maritime PMS platforms - including Oracle Hospitality Opera and FCS - allowing guests on cruise ships, ferries, and luxury charter yachts to authenticate using their cabin number and surname. The gateway passes guest credentials securely to Purple cloud services, which query the vessel PMS to verify active folio reservations, apply billing tiers to the guest account, or unlock complimentary high-speed tiers for VIP passengers.
Which domains must be whitelisted in the Starlink walled garden for seamless smartphone captive portal popups?
Allow the portal and its dependencies, and nothing else: the Purple splash and CDN hosts (*.purplewifi.net, *.purple.ai), the RADIUS endpoints, and the OAuth identity provider domains (Google, Facebook, Apple ID) plus their CRL and OCSP endpoints if social onboarding is enabled. Do not allow the operating system connectivity probes - captive.apple.com, connectivitycheck.gstatic.com, msftconnecttest.com. The gateway has to intercept those probes, because it is the redirect they receive that tells iOS, Android and Windows the network is captive and opens the Captive Network Assistant. Allow them through and the probe succeeds, the device concludes it already has internet access, and the login page never appears.
How does multi-WAN SD-WAN bond Starlink satellite backhaul with coastal 4G/5G cellular connectivity?
Maritime vessels and remote venues frequently combine Starlink with multi-SIM cellular routers (such as Peplink MAX HD4 or Cradlepoint) to minimize satellite data spend. Using SD-WAN bonding and least-cost routing algorithms, the gateway steers high-bandwidth guest traffic onto terrestrial 4G/5G LTE connections when operating within 20 nautical miles of coastline, seamlessly failing over to Starlink satellite backhaul when navigating offshore or beyond cellular range without dropping active guest sessions.
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